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SOS Mulher no
Rio de Janeiro

     Está em funcionamento no hospital Pedro II, no Rio de Janeiro o Centro de Atenção à Mulher Vítima de Violência, o SOS Mulher, iniciativa que responde ao agravamento do problema da violência contra a mulher no estado. A cada cinco dias, seis mulheres são assassinadas e a cada dia quatro são estupradas e 85 sofrem algum tipo de agressão.
      Segundo o jornal "A Folha de São Paulo", a maioria das mulheres que procura o SOS mulher é negra, entre 20 e 29 anos, baixa escolaridade, está desempregada, é casada e o agressor foi o marido ou companheiro.
     O SOS Mulher atende 24 horas por dia e conta uma equipe composta por 20 profissionais da área de saúde, chefiada pelo ginecologista Moysés Rechtman.

Ações pela saúde da mulher

     Em 1999, as ações do movimento internacional de mulheres no âmbito da saúde estão enfocando os direitos sexuais e reprodutivos de adolescentes, que constituem hoje quase 20 % da população mundial e visam garantir aos jovens de ambos os sexos entre 10 a 19 anos o acesso a informações e serviços nessa área.
     As mulheres desse grupo estão extremamente vulneráveis à gravidez, à violência sexual e às doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a AIDS. Calcula-se que, a cada ano, mais de 14 milhões de adolescentes dão à luz no mundo; 10% dos abortos são praticados por mulheres entre 15 e 19 anos.
      Segundo dados do Ministério da Saúde, no brasil o parto representa a primeira causa de internação de meninas no sistema público de saúde, ao passo que a utilização de medidas contraceptivos é bastante reduzida; apenas 14% das jovens de 15 a 19 anos utiliza algum tipo de
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Coloquio Internacional

El Programa de Estudios de la Mujer de  “Casa de las Américas” de Cuba, promueve del 14 al 18 de febrero el coloquio “Mujeres latinoamericanas y caribeñas, cultura popular tradicional y cultura de masas” un  espacio para la reflexión en torno a aspectos teóricos de la cultura popular tradicional y de la cultura de masas y su influencia en la obra de escritoras y escritores y artistas del continente. Más informaciones pueden ser solicitadas por el e-mail: casa@casa.cult.cu

Guia para Mulheres

     Acaba de ser lançado em São Paulo o "Guia de Serviços para Mulheres em Situação de Violência" elaborado pelo Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e pela organização não-governamental Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde.
     A publicação, que faz parte de um projeto financiado pela Fundação Ford e pelo CNPQ, relaciona 41 serviços de atenção a mulheres em situação de viol6encia que foram previamente visitados e avaliados pela equipe responsável.
     Maiores informações: liliabli@usp.br

Encontro Feminista Latino-americano

Será realizado de 21 a 26 de novembro, na República Dominicana, o 8º Encontro Feminista Latino-americano e do Caribe. As inscrições estão abertas e custam 50 dólares. A hospedagem por cinco noites em quarto duplo tem um custo de 230 dólares.

Informações e inscrições com a Comissão organizadora. E-mail: viiiencontro@codetel.net.do

Lideranças para o Desenvolvimento Sustentável

Está aberto o processo de seleção do Programa de Lideranças para o Desenvolvimento Sustentável no mercosul – PROLIDES, patrocinado pela Fundação W.K. Kellog e destinado a fortalecer lideranças em processos de desenvolvimento sustentável e integração regional. Podem inscrever-se pessoas de 25 a 40 anos, atuantes em diferentes etores da sociedade e com formações diversificadas. O formulário de inscrição pode ser solicitado à ABDL – Associação brasileira para o Desenvolvimento de Lideranças, Caixa Postal, 64.549 – S.seta_2.gif (306 bytes) Paulo – SP – 05402-970 e também está disponível na Internet , no site www.lead.org.br/mercosur O prazo se encerra no dia 15/07/1999.
Primeira Mulher no Tribunal Superior de Justiça

Após uma campanha articulada pelo movimento de mulheres, foi nomeada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso a primeira mulher a ocupar uma cadeira na mais alta corte do país. Eliana Calmon Alves , de 54 anos é juiza do Tribunal Regional Federal em Brasília. Conhecida por seu notável saber jurídico a juiza Eliana vem aumentar o contingente de mulheres no Poder Judiciário. Atualmente, as mulheres ocupam 34% dos postos na Justiça do Trabalho, 18% na Justiça Comum e 15% na Justiça Federal.

Chile adota linguagem não sexista em reforma constitucional

No passado mês de maio foi aprovada pelo Congresso Chileno a reforma constitucional que consagra a igualdade entre homens e mulheres. O texto substituiu a express~!ao "os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos" por "as pessoas nascem livres" e acrescenta "os homens e mulheres são iguais perante a Lei".

Josefina Bilbao, Ministra do Serviço Nacional da Mulher explicou que se bem que filosoficamente o termo homem tem designado o gênero humano, juridicamente é um termo equívoco que revela os valores de cada tempo e acrescenta: "neste século conhecemos muito bem a tragédia em vidas humanas que custou a negação do direito a outras pessoas por sua nacionalidade, raça, religião, ideologia ou sexo". seta_2.gif (306 bytes)

Guia de Financiadores

A Associação Pró-Bocaina lançou a edição atualizada do Guia de Financiadores, com informações e dados para contato de 114 entidades de cooperação nacionais e internacionais que atuam na América Latina.

Informações de pedidos: Fone/fax: 0xx12.576-1714 ou e-mail proboc@fastnet.com.br

Vozes essenciais das Mulheres 

De 20 a 22 de setembro, o SESC – Serviço Social do Comércio estará realizando o evento: Vozes Essenciais na Política: a Participação da Mulher”, com o objetivo de fortalecer o conceito de cidadania participativa no sistema democrático, através da discussão do papel da mulher na política, sua inserção no cenário político brasileiro e sua capacitação para concorrer a cargos eletivos. O seminário dará continuidade a um dos temas tratados na conferência “Vozes Vitais das Américas” realizado com o apoio do Governo dos Estados Unidos e do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, em Montevidéu, Uruguai e será organizado em parceria pelo SESC, o Conselho Estadual da Condição Feminina de S. Paulo e a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

As mulheres do mundo, cara a cara

A Federação de Planejamento Familiar da Espanha está convocando o Primeiro Concurso Fotográfico “As mulheres do mundo, cara a cara”, com o objetivo de reunir as melhores imagens sobre a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres em todo o mundo.
Podem participar mulheres e homens de todos os países, sem limite de fotos ou séries fotográficas. Os trabalhos poderão ser em branco e preto ou cor em tamanho 40 X 50. No dorso de cada foto deverá constar o título da foto, nome da autora ou autor, endereço completo, telefone, e fax ou e-mail (caso possível). 

As inscrições se iniciaram no dia 15 de julho e se encerrarão no dia 15 de outubro de 1999. Todos os trabalhos deverão ser enviados a:

Federación de Planificación Familiar de España

Concurso Fotográfico CARA A CARA
C/ Almagro, 28, bajo 2º
28010 – Madrid – España
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Maiores informações podem ser obtidas no endereço acima ou pelo telefone: 34-913199276, fax: 34 913081589 ou e-mail: fpf@adv.es

Ser Mulher completa dez anos

O Ser Mulher – Centro de Estudos e Ação da Mulher Urbana e Rural de Nova Friburgo – Rio de Janeiro, completou no dia 28 de agosto 10 anos de trabalho na construção da Cidadania.
O evento foi comemorado com uma festa onde foram compartilhadas alegrias e conquistas, no Teatro do SESC em Nova Friburgo.
Parabéns a todas as companheiras do Ser Mulher.

Quem quiser conhecer mais sobre seu trabalho pode solicitar informações pelo e-mail: sermulher@netflash.com.br 

Masculinidade e Religião 

As Católicas pelo Direito de Decidir realizam o I Seminário Temático – III Ciclo, Masculinidade e Religião nos dias 15, 16 e 17 de outubro de 1999. O evento será assessorado pelas Professoras Myriam Grossi e Maria Regina Lisboa, da Universidade Federal de Santa Catarina.

As inscrições podem ser feitas até dia 15 de setembro por correio ou fax:
Católicas pelo
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Raimunda ganha prêmio 

Raimunda Gomes da Silva, sócia-educadora da Rede Mulher de Educação e representante do Ponto Focal de Tocantinns foi agraciada com o Premio à Criatividade da Mulher no Meio Rural outorgado por um Júri Internacional convocado pela Fundação Cúpula Mundial da Mulher, com sede da Suíça.
O prêmio que é concedido desde 1994, já contemplou 145 mulheres, sendo 34 em 1999, da África, Ásia, América Latina e Europa. No Brasil foi contemplada também a Articulação Nacional de Mulheres Trabalhadoras Rurais e no continente, representantes da Bolívia, Honduras e Paraguai
Os resultados serão divulgados internacionalmente em uma cerimônia a ser realizada no dia 15 de outubro – Dia Mundial da Mulher Rural – na cidade de Genebra.
O prêmio consiste em uma medalha de reconhecimento e uma quantia em dinheiro para que a premiada possa dar continuidade ao seu trabalho. 
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Parabéns Raimunda! Um grande abraço de todas as suas companheiras de Rede Mulher!

Cursos de Capacitação

O Núcleo de Educação Popular “13 de Maio” com mais de 17 anos de experiência, organiza cursos de capacitação em Sindicatos, Associações, pastorais, Movimentos Populares e outras entidades interessadas.
São Cursos básicos, de aprofundamento e cursos de monitores, em diferentes áreas de importância para o trabalho social e comunitário.

Maiores detalhes podem ser obtidos na Rua Condessa São Joaquim, 215 – S. Paulo – SP –
seta_2.gif (306 bytes) 01320-000, pelo fone/fax: 11-232-9102 ou pelo e-mail emiliogennari@mandic.com.br  ou mauroiasi@embranet.com.br

Educar para no discriminar

Entre el 6 y el 8 de agosto se llevó a cabo la Reunión Internacional
"Igualdad, Justicia y Equidad... Mujeres por una vida  libre de racismo y
discriminación" organizada por REPEM y Tierra Viva, preparatoria para la
Conferencia Mundial contra el Racismo, la Discriminación Racial, la
Xenofobia y otras formas conexas de Intolerancia que tendrá lugar a fin de
mes en Durban, Sudáfrica.

La reunión contó con sesiones plenarias donde expertas nacionales e
internacionales abordaron distintas temáticas relacionadas con las
múltiples discriminaciones que sufren las mujeres, y con la realización de
4 grupos de trabajo simultáneos que abordaron los siguientes temas:

Mesa 1 - "El aula escolar: escenario de múltiples discriminaciones"
Mesa 2 - Primera parte: "El mito de la democracia racial y otras
contradicciones étnico culturales"
Segunda parte: "La identidad de las mujeres indígenas"
Mesa 3 - "Migración, genero y racismo en la esfera de la educación formal,
informal, capacitación y empleo"
Mesa 4 - "Homofobia y orientaciones sexuales"

El Seminario virtual (*) organizado y coordinado por REPEM, y que finalizo el
1° de agosto constituyo el insumo principal para la discusión y
profundización de las temáticas en los grupos de trabajo.
La reunión concluyo con una síntesis y una propuesta de cada uno de los
grupos de trabajo, y con una declaración conjunta  que constituye el marco de acuerdo común
para encarar el trabajo en la propia Conferencia, en la que participará un
equipo integrado por representantes de REPEM, GEO/ICAE y
DAWN, lo que esperamos fortalezca nuestra propuesta, así como la
visibilización y eliminación de las múltiples discriminaciones que niñas,
y  mujeres jóvenes y adultas padecen en la región y en el mundo actualmente.

Declaracion:

GEO/ICAE, REPEM, TIERRA VIVA, y las organizaciones y personas reunidas en el Seminario Igualdad, Justicia y Equidad... Mujeres por una vida  libre de racismo y discriminación, declaramos:

Considerando:
  1. Que al umbral del Siglo XXI y en el marco del complejo contexto de la globalización, las niñas, las mujeres jóvenes, adultas y mayores, permanecen en un sistema de discriminación por etnia, genero y clase.  Que las múltiples discriminaciones se manifiestan en las esferas de la educación, la cultura, el trabajo, la salud, la ciudadanía, la vida familiar y política.  Y afectan especialmente a mujeres indígenas y afrodescendientes del mundo, mujeres con diversas identidades sexuales, mujeres que viven desarraigo nacional y cultural.

  2. Que el racismo y  la discriminación contemporánea tienen antecedentes en la historia del colonialismo y la esclavitud.

  3. Que estas múltiples discriminaciones son una violación a los derechos humanos,  a los principios de igualdad humana y equidad, a las libertades fundamentales de las personas, y en especial son una violación a los derechos a la educación de niñas, jóvenes y adultass.

  4. Que la Tercera Conferencia Mundial de las Naciones Unidas contra el Racismo, la
    Discriminación, la Xenofobia y otras formas conexas de Intolerancia, (Durban, 31 de agosto al 7 de septiembre) es una oportunidad para establecer medidas que contribuyan a
    superar la problemática estructural e histórica que afecta especialmente a las mujeres.

Recomendamos:
  1. Exigir a los Estados y Gobiernos que den cumplimiento a los convenios y tratados nacionales, regionales e internacionales en contra de toda forma de racismo y discriminación.  Asimismo, que ratifiquen y cumplan los tratados y convenios surgidos en el ciclo de conferencias de Naciones Unidas en torno a la igualdad y equidad de genero en la educación de las las/los trabajadores migrantes y sus familias.

  2. Exigir que la educación se considere como una de las medidas preventivas para superar las múltiples discriminaciones  que deterioran las condiciones de acceso, permanencia y
    promoción de las mujeres en el sistema educativo a lo largo de sus vidas. La educación en ese contexto incluye: educación formal y no-formal, formación continua y ciudadana y otras formas de aprendizaje a lo largo de la vida.

  3. Reconocer la educación como instrumento de promoción de nuevas practicas democráticas de  valoración de las diferencias, capaz de garantizar la real
    y efectiva igualdad y equidad de oportunidades para niñas y mujeres jóvenes y adultas.

  4. Exigir a los Estados y gobiernos la transformación de los sistemas de formación de docentes de tal forma que promuevan el desarrollo de su autonomía, dignidad profesional y poder deliberatorio para adecuar sus prácticas hacia una educación para no discriminar.

  5. Exigir a los Estados y gobiernos incluir en la curricula educativa contenidos  para prevenir y erradicar el racismo y la discriminación como una estrategia política e ideológica que permita crear una cultura de reconocimiento y respeto de las diferencias.

  6. Exigir que los Estados y gobiernos garanticen un nuevo marco de formación educativa multi e intercultural con justicia de genero, y que esté al servicio de todas las personas que viven en su territorio, independientemente de la nacionalidad o lugar de origen de las mismas.

  7. Instar a los Estados y gobiernos al reconocimiento de aprendizajes previos,
    curricula y títulos para la población migrante, principalmente niñas, mujeres jóvenes y adultas, victimas de desastres y conflictos internos.

  8. Instar a los Estados y gobiernos a proteger el derecho a la ciudadanía a disfrutar de diferentes estilos de vida en tanto expresión de paradigmas culturales diversos,
    identidades diversas y cambiantes, opciones diversas de orientación sexual
    e historias personales diversas.  Esta protección implica, en forma prioritaria, cambios positivos en las normas legales pertinentes, en las políticas educativas, y en las políticas que rigen para los medios de comunicación.

  9. Instar a los Estados y gobiernos a proteger las múltiples formas de expresar y vivir la sexualidad humana, especialmente aquellas formas u opciones sexuales mayoritariamente discriminadas, como el lesbianismo para el caso de las mujeres, mediante normativas legales y políticas publicas.

  10. Exigir a los Estados y gobiernos la organización de sistemas educativos que promuevan la convivencia positiva, el compromiso, la solidaridad, la amistad y comprensión entre grupos diferentes superando las tendencias a la separación de grupos sociales distanciados por motivo de sus identidades culturales, de genero, capacidad económica, convicciones religiosas y políticas y estilos de vida.

  11. Instar a los Estados y gobiernos a garantizar igualdad y justicia en las condiciones y oportunidades laborales de las personas que trabajan en el sistema educativo, sin discriminaciones basadas en la condición de género, estilo de vida, orientación sexual, VIH-SIDA, discapacidad y las manifestaciones de la diversidad cultural existente en su país.

  12. Recomendar a los Estados, gobiernos y organizaciones de la sociedad civil que estimule a los medios de comunicación a proporcionar información e imágenes de los diversos estilos de vida de las personas, evitando contenidos en la programación y la publicidad que discriminen y desvaloricen a diferentes grupos, opciones e identidades.

  13. Exigir la intervención de Estados y gobiernos en los casos en que se evidencie que diversos modos de vida de las mujeres son el resultado de la coacción física, psicológica, económica o social, y no de la libre elección, como en el caso de la prostitución, la servidumbre forzada, la pornografía infantil, el trafico de niñas y mujeres, y la maternidad forzada.

  14. Exigir a los Estados y gobiernos la adopción  del termino "pueblos indígenas" y  afrodescendientes en el lenguaje de la Conferencia.

  15. Exigir a los Estados y gobiernos la tipificación del racismo y la discriminación racial como un delito de lesa humanidad.

  16. Exigir a los Estados y gobiernos reconocer la necesidad de reparación a las poblaciones colonizadas y esclavizadas.

  17. Exigir a los Estados y gobiernos, Sistema de Naciones Unidas y Cooperación Internacional que destinen un porcentaje de sus presupuestos para la implementación del Plan de Acción de la Conferencia.

    Guatemala, 8 de agosto de 2001.

(*) Más informaciones sobre el seminario virtual u otras actividades de REPEM pueden solicitarse por el e-mail repem@repem.org.uy

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